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Auto Motor

por Jorge Moraes
jorge@diariodepernambuco.com.br

Publicação: 14/04/2018 09:00

A eletrificação dinâmico

O etanol poderia virar fonte de incentivo para a indústria automotiva brasileira romper o "escudo de resistência" que tenta de alguma maneira prorrogar o crescimento do mercado de automóveis híbridos no Brasil. O Rota 2030 está pronto para ser divulgado. O combustível limpo em relação ao diesel e a gasolina, por exemplo, é nosso, 100% nacional e raiz. Uso etanol e acredito no meu ponto de contribuição para um meio ambiente mais  limpo. Mas será suficiente? Claro que não. No ano passado, em Frankfurt, o presidente da Anfavea, Antonio Megale, afirmou que nos próximos anos o Brasil estará fora da competição dos híbridos e elétricos. Ao contrário do nosso país, sem qualquer direcionamento para a indústria, a Europa e os Estados Unidos fazem movimento contrário ao nosso porque eles fizeram da tecnologia, que envolve também os elétricos, um instrumento para poluir menos, economizar e conquistar o consumidor do futuro. Enquanto o governo brasileiro não forçar a barra para que os fabricantes mudem de rumo, nós por aqui permaneceremos obsoletos. O Rota 2030, que substitui o Inovar-auto, será um ponto de partida para a mudança de discurso. Bom seria imaginar a antecipação de um inevitável acordo de livre comércio com União Europeia e Mercosul acontecendo mais rápido, dentro de uma política de sustentabilidade para ampliar a economia.

Série 1 em pré-venda
A BWM anunciou a possibilidade de reserva da nova geração do Série 1 direto nas concessionárias autorizadas. Segundo a marca, as entregas estão previstas para acontecer a partir de 18 de julho. O compacto parte dos R$ 139.950 na versão de entrada.

Polo GTS
A Volks vai lançar a versão esportiva do Polo. A GTS vem aí e a torcida da rede autorizada é que o carro ofereça o motor 1.4 total flex de 150 cavalos de potência. Eu acredito na hipótese como certa. 

Captur especial
A Renault deverá apresentar uma série especial do Captur com a assinatura da sua embaixadora Marina Ruy Barbosa. É uma questão de tempo e isso pode acontecer no Salão do Automóvel de São Paulo.

Airbags mortais
As bolsas de ar da Takata, que ficaram conhecidas por colocar em risco os ocupantes, ainda estão sendo vendidas em automóveis no Brasil. Cerca de um milhão de veículos contam com o item.

Venda da Takata
Falando na empresa responsável pelos "airbags mortais", a Takata foi comprada por R$ 5,45 bilhões pela chinesa Key Safety System e deve receber um novo nome, Joyson Safety Systems. 

Nova JAC
No terreno que pertence à Parvi Corretora, e por lá já foi a concessionária Harley Davidson, a marca chinesa desembarca com seus novos produtos, principalmente os SUVs.

Presidente
O novo responsável pela chefia do grupo Volkswagen é Herbert Diess, que entra no lugar de Matthias Müller. As marcas serão agrupadas em três categorias: volume, premium e super premium.

Caminhão elétrico
A Volvo lançou seu primeiro caminhão 100% elétrico. Os primeiros FL Electric que entrarão em operação na Suécia serão voltados para o uso urbano e pesam 16 toneladas. A novidade possui uma autonomia de até 300 km com apenas uma carga.

Jetta em teste
Nova geração do sedã da Volkswagen foi apresentada pela primeira vez durante o Salão de Detroit, em janeiro, e deve chegar ao Brasil no segundo semestre. O modelo já está sendo testado por aqui.

Cruze mais caro
A Chevrolet anunciou o reajuste no preço do novo Cruze, tanto para a versão hatch, quando a sedã. A opção LT sofreu um aumento de R$ 900, enquanto a LTZ acresceu R$ 600 ao seu valor anterior.

Motos
Segundo a Abraciclo, a produção de motos no Brasil teve um aumento de 12,2% no primeiro trimestre de 2018, com 259.537 unidades produzidas.

Recall
A Ford anunciou o chamado de mais de 21 mil unidades do EcoSport. O problema está nas versões com motor 1.5. Os propulsores podem desligar sozinhos.