Eduardo Teixeira enfim apresentado Meia de origem, o jogador destaca sua atuação em outras funções no setor e diz que pode atuar mais recuado, para evitar a concorrência com Jean Carlos

Publicação: 19/01/2022 03:00

Anunciado desde o final do ano passado, o meia Eduardo Teixeira foi oficialmente apresentado pelo Náutico na tarde de ontem. O jogador já vinha treinando regularmente com o elenco alvirrubro e concedeu entrevista coletiva no Centro de Treinamento Wilson Campos.

Há seis anos atuando no futebol europeu, o jogador de 28 anos creditou a sua vinda ao Náutico ao projeto que o clube lhe apresentou, além da influência direta do executivo de futebol Ari Barros na sua contratação.

“O projeto do Náutico influenciou bastante, juntamente ao Ari Barros. Tivemos uma conversa e senti também que era o momento de voltar para o Brasil. Já estava há bastante tempo lá e, apesar de ser um local bom para um atleta, com competições de alto nível, eu precisava voltar para sentir de novo o futebol brasileiro”, disse.

A última partida oficial de Eduardo foi em fevereiro de 2021. O atleta, no entanto, não crê em uma inferioridade física e ritmo de jogo em relação aos demais atletas do elenco, já que os jogadores vêm de um período de férias.

“Já tem um tempo desde a minha última partida, mas isso daí eu creio que, por todos estarem vindo de férias, não vai haver tanta dificuldade, até porque praticamente todos começam do zero. Pré-temporada é feita pra isso e creio que nos dois ou três primeiros jogos, dá para pegar o ritmo. O que acontecerá com todos”, declarou.

Meia de origem, Teixeira destaca sua atuação em outras funções do meio campo, inclusive pelo fato de ter Jean Carlos, idolatrado pela torcida, como concorrente direto na disputa por posição.

“Isso é um problema para o professor. Quanto mais peças ele tiver para escolher, melhor. Todo mundo sabe da qualidade do Jean. Quanto estive fora, aprendi a jogar em várias posições do meio, então se tiver que jogar junto ou mais atrás, não vai ter problema. Deixa isso com o professor, ele que vai decidir. O importante é estar preparado e ajudar o grupo independente da posição que esteja. Minha formação é de camisa 10, no meio, mas no Braga joguei muito tempo como segundo volante, joguei também aberto (pelos lados) em muitos clubes”, concluiu.