Colégio Núcleo vence olimpíada de história Um total de 9,3 mil equipes participou da disputa, que reuniu alunos do 8° e 9° anos do Ensino Fundamental e dos 1°, 2° e 3° anos do Ensino Médio

Publicação: 14/09/2021 03:00

Pernambuco conseguiu o primeiro lugar do país na Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), promovida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp/SP). Ainda no contexto de pandemia, 9.300 equipes participaram da competição estudantil, entre alunos do 8° e 9° anos do Ensino Fundamental e dos 1°, 2° e 3° anos do Ensino Médio, de escolas públicas e privadas. Durante a competição, 414 chegaram à final, incluindo 82 equipes do estado. Mas o feito não parou por aí. Do total de finalistas, 17 grupos pernambucanos conquistaram medalhas. O Colégio Núcleo, localizado no bairro da Jaqueira, na Zona Norte do Recife, ficou em primeiro lugar no país em número de equipes premiadas, com nove, no total.

A participação na Olimpíada acontece por meio de times formados por um professor orientador e três alunos. De acordo com o diretor do Núcleo, Gilton Lyra, a ONHB oferece uma dinâmica diferente das demais competições, sendo uma das competições estudantis mais acirradas do país. Em uma das fases, as equipes precisaram criar uma exposição virtual e, nela, desenvolver quatro paredes explicativas sobre o bicentenário da Independência do Brasil, que será celebrado no próximo ano.

“É uma olimpíada muito intensa, dinâmica. Os estudantes têm uma tarefa a cada semana durante dois meses, onde respondem algumas perguntas e pesquisam. Não é nada pronto e exige muito. É algo que nos deixa muito orgulhosos, perceber esse perfil de busca”, comemorou. O colégio teve 27 medalhas de ouro, prata e bronze, além de registrar mais equipes premiadas na final que os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais juntos (cada um desses teve quatro equipes medalhistas), ficando à frente de 22 estados.

A estudante do 3° ano do Ensino Médio Júlia Fuentes disputou a competição pelo quarto ano seguido. Uma das medalhistas de ouro da edição 2021, ela conta que este ano o sabor da conquista foi diferente. “O processo é muito diverso, envolve muita reflexão e habilidades diferentes. Foi uma das melhores experiências que tive no âmbito educacional, que agregou, inclusive, ao meu caráter. É uma Olimpíada que ajuda a formar cidadãos”, enfatiza.

A fase final envolveu duas questões abertas, nas quais os estudantes tinham que analisar dois discursos e, posteriormente, escrever uma dissertação. A estudante celebrou o desempenho, ao passo em que ressaltou a importância da Olimpíada de História para a trajetória que pretende trilhar num futuro próximo na área de Relações Internacionais. “É uma sensação de que as coisas estão caminhando bem. É algo que agrega muito para redação e para a área de Humanas. Então, tenho a sensação de que estou no caminho certo”.Pernambuco conseguiu o primeiro lugar do país na Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), promovida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp/SP). Ainda no contexto de pandemia, 9.300 equipes participaram da competição estudantil, entre alunos do 8° e 9° anos do Ensino Fundamental e dos 1°, 2° e 3° anos do Ensino Médio, de escolas públicas e privadas. Durante a competição, 414 chegaram à final, incluindo 82 equipes do estado. Mas o feito não parou por aí. Do total de finalistas, 17 grupos pernambucanos conquistaram medalhas. O Colégio Núcleo, localizado no bairro da Jaqueira, na Zona Norte do Recife, ficou em primeiro lugar no país em número de equipes premiadas, com nove, no total.

A participação na Olimpíada acontece por meio de times formados por um professor orientador e três alunos. De acordo com o diretor do Núcleo, Gilton Lyra, a ONHB oferece uma dinâmica diferente das demais competições, sendo uma das competições estudantis mais acirradas do país. Em uma das fases, as equipes precisaram criar uma exposição virtual e, nela, desenvolver quatro paredes explicativas sobre o bicentenário da Independência do Brasil, que será celebrado no próximo ano.

“É uma olimpíada muito intensa, dinâmica. Os estudantes têm uma tarefa a cada semana durante dois meses, onde respondem algumas perguntas e pesquisam. Não é nada pronto e exige muito. É algo que nos deixa muito orgulhosos, perceber esse perfil de busca”, comemorou. O colégio teve 27 medalhas de ouro, prata e bronze, além de registrar mais equipes premiadas na final que os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais juntos (cada um desses teve quatro equipes medalhistas), ficando à frente de 22 estados.

A estudante do 3° ano do Ensino Médio Júlia Fuentes disputou a competição pelo quarto ano seguido. Uma das medalhistas de ouro da edição 2021, ela conta que este ano o sabor da conquista foi diferente. “O processo é muito diverso, envolve muita reflexão e habilidades diferentes. Foi uma das melhores experiências que tive no âmbito educacional, que agregou, inclusive, ao meu caráter. É uma Olimpíada que ajuda a formar cidadãos”, enfatiza.

A fase final envolveu duas questões abertas, nas quais os estudantes tinham que analisar dois discursos e, posteriormente, escrever uma dissertação. A estudante celebrou o desempenho, ao passo em que ressaltou a importância da Olimpíada de História para a trajetória que pretende trilhar num futuro próximo na área de Relações Internacionais. “É uma sensação de que as coisas estão caminhando bem. É algo que agrega muito para redação e para a área de Humanas. Então, tenho a sensação de que estou no caminho certo”.